Pisciotta, por Isabella LembiBrasiottinos
Da Loba nos despedimos em um quase trem
Trem europeu e que nao era bala, anunaciava!
Aos poucos a paisagem cinza se transformara em
[praia]
Em cada Lembi o olhar de visitar sua casa!
Viajavam sem conhecimento, só com a alma
Mas haviam chegado sim, a placa afirmava!
Para onde ir ? Confusão, havia duas praias…
E vieram à medieval, pois quem tá na bota usa saia!
Enfeites na rua anunciavam festa próxima
Mas no íntimo dos quatro ja era a hora!
Perambularam brumas e subiram muita escada
Aquela rua era sua busca, mas onde seria a morada ?
Cidade pequena e com muitas oliverias
De um conto aqui, outro ali, chegaram
Logo propagou-se a popularidade brasileira!
E na casa dos parentes, por meia cidade, entraram!
Theresinha, que nao falava italiano, esbanjou-se no licor
Isabella, que deu seu licor a Thersinha, fotografou
Juliana, que esbanjava inglês, praticou o portunhol
E Itamar, que nao falava nada, enrolou o italiano!